A desmatação envolve o corte controlado e seguro de árvores, arbustos e vegetação densa. Este serviço é ideal para terrenos abandonados, preparação para construção ou renovação de espaços verdes.

Valores de referência. Para um orçamento rigoroso, use a nossa calculadora.
Pinheiros médios, corte simples, sem destronca. Madeira fica no local.
Árvores de grande porte próximas a edifícios. Requer 'climbing' e descida controlada de ramos.
Corte raso, destronca completa e nivelamento do terreno para início de obra.
Processo simples e transparente do início ao fim
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Executamos o serviço com qualidade e deixamos tudo limpo e arrumado.
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Necessário se a vegetação apresentar risco de incêndio ou para preparar o terreno para construção.
Não recomendado. O abate de árvores e arbustos densos é perigoso e requer formação em segurança.
Depende da densidade e área. Normalmente 2 a 5 dias para terrenos médios.
O serviço de desmatamento consiste na remoção controlada de árvores, arbustos e outra vegetação existente numa determinada área. A sua finalidade principal é preparar o terreno para diferentes tipos de utilização, como projetos de construção, infraestruturas, atividades agrícolas, silvícolas ou outras intervenções no solo. Em Portugal, este serviço deve ser sempre realizado de forma planeada e autorizada, garantindo a proteção ambiental e o uso sustentável do território.
As técnicas utilizadas variam consoante a dimensão da área, o tipo de vegetação e o objetivo da intervenção. Podem incluir o corte manual com ferramentas adequadas, o uso de motosserras, tratores florestais ou máquinas pesadas como escavadoras. Em muitos casos, são aplicadas técnicas seletivas, removendo apenas determinadas espécies ou árvores, de forma a reduzir o impacto ambiental e preservar o equilíbrio ecológico.
É essencial realizar uma avaliação prévia das condições ambientais da área, identificando espécies protegidas, habitats sensíveis e zonas legalmente protegidas. Devem ser respeitadas áreas como a Reserva Ecológica Nacional (REN) e a Reserva Agrícola Nacional (RAN). Além disso, devem ser implementadas medidas de mitigação, como a gestão adequada dos resíduos vegetais, a prevenção da erosão do solo e, quando aplicável, ações de compensação ambiental ou reflorestação.
Em Portugal, o desmatamento é regulado por legislação ambiental e florestal, incluindo o Regime Jurídico das Ações de Arborização e Rearborização (RJAR), a Lei de Bases da Política Florestal e diplomas associados à proteção da REN e da RAN. Dependendo do caso, podem ainda aplicar-se regulamentos municipais e diretivas da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).
A licença ou autorização deve ser solicitada junto das entidades competentes, normalmente o ICNF, a câmara municipal ou a APA, consoante o tipo de terreno e intervenção. O pedido deve incluir documentação técnica, como plantas da área, descrição dos trabalhos, identificação das espécies a remover e a justificação da intervenção. Em alguns casos, pode ser exigido um estudo de impacte ambiental ou pareceres adicionais.
A ausência de planeamento pode resultar em impactos ambientais significativos, como perda de biodiversidade, degradação do solo, aumento do risco de erosão e cheias. Existem também riscos legais, incluindo coimas elevadas, embargos da obra e obrigações de reposição da vegetação. Além disso, um desmatamento mal executado pode gerar conflitos sociais e comprometer a sustentabilidade do uso futuro do terreno.
O planeamento prévio é fundamental para garantir que o desmatamento é realizado de forma eficiente, segura e em conformidade com a legislação. Permite identificar riscos, escolher as técnicas mais adequadas, minimizar impactos ambientais e assegurar o cumprimento de todas as obrigações legais. Um bom planeamento contribui também para a otimização de custos e para uma gestão responsável dos recursos naturais.